Sobre o Autor

Roberta Bitencourt

Olá, eu me chamo Roberta Bittencourt. Sou formada em Relações Públicas, com atuação na área social, e pós-graduada em Gestão de Pessoas.

Sou casada e mãe de dois filhos — um nascido em 2012 e outro em 2015 — e aprendi cedo que presentear de verdade não é simplesmente escolher um produto numa vitrine. É prestar atenção. É lembrar daquele comentário que a pessoa fez sem perceber, daquela fase que ela está vivendo, daquele brilho no olhar quando encontra algo que realmente faz sentido.

Para mim, presente bom não se compra por impulso — se pensa. E pensar com carinho exige tempo, pesquisa e um tipo de atenção que muitas vezes falta nos sites de recomendação tradicionais.

O Presendicas nasceu justamente de uma dificuldade real dentro da minha própria casa. Entre aniversários, Natal, Dia das Mães, amigos secretos, filhos crescendo e gostos mudando o tempo todo, percebi como era difícil encontrar presentes criativos, úteis e realmente especiais. A internet estava cheia de listas genéricas, sem contexto, sem curadoria e sem alguém que realmente tivesse parado para pensar se aquela indicação fazia sentido para uma pessoa de verdade.

Foi dessa frustração que surgiu a ideia de criar um espaço onde cada recomendação tivesse intenção, pesquisa e experiência por trás. Não queria criar apenas mais um catálogo de produtos, mas um guia feito por alguém que entende que o presente certo pode transformar um momento comum em uma lembrança inesquecível.

Sou apaixonada por viagens, cultura, comportamento e descobertas do cotidiano. Tenho o sonho de conhecer o mundo, aprender mais sobre diferentes hábitos, costumes e formas de viver. Acredito que enriquecer a mente com experiências e compartilhar conhecimento faz parte do propósito da vida — e o Presendicas é a forma que encontrei de fazer isso todos os dias.

Mais do que um blog, o Presendicas é uma conversa com pessoas que acreditam, assim como eu, que um presente bem escolhido pode marcar histórias, fortalecer relações e criar memórias que ficam para sempre.

Porque, no fim, para entender o que faz um presente ser especial, primeiro a gente precisa lembrar o que nos fez sentir especiais.

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